domingo, 24 de setembro de 2017

Berlim tem protesto contra o partido de extrema-direita da Alemanha

O AfD ficou em terceiro lugar nas eleições deste domingo (24). Pesquisa apontou vitória de Angela Merkel: https://glo.bo/2wenp5N

Berlim tem protesto contra o partido de extrema-direita da Alemanha

AfD conquistou pela primeira vez cadeiras no parlamento.

G1.GLOBO.COM

Droga alucinógena PCP. Saiba o que é

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O QUE É PCP

A fenciclidina é uma substância cristalina, hidrossolúvel e lipofílica conhecida nos Estados Unidos por “Pó de Anjo”.
A sigla PCP vem do seu “apelido” em inglês Peace Pill ou “Pílula da Paz”.
Análogos desta substância foram introduzidas pela primeira vez como anestésicos gerais para seres humanos e animais.
Possuem o benefício de permitirem a anestesia através de um estado dissociativo no qual a pessoa não está em coma profundo.
Mas quando essa substância foi usada como anestésico em seres humanos, ocorreram efeitos colaterais graves como agitação e alucinações o que fez com que o seu uso fosse limitado para seres humanos e foi retirada do mercado.
Alguns anos depois, essa substância voltou a ser usada, mas na área de veterinária.
A droga começou a ser usada de forma ilegal, tornou-se amplamente abusada como alucinógeno com vários nomes de rua, além de seu uso como adulterante ou substituto  para outras substâncias.
O PCP é fumado, ingerido oralmente ou injetado via intravenosa.
As vias de administração mais usadas são o fumo e a ingestão oral.
Quando usado em forma de cigarro ou fumado em cachimbo é comum ser misturado com salsa, hortelã, orégano ou tabaco.
O PCP misturado com a maconha ou heroína tem o seu efeito potencializado, o que agrava perigosamente os sintomas tóxicos.
O PCP penetra com facilidade nos depósitos de gordura o que causa um aumento do seu tempo de ação.
Os sintomas causados pela droga estão relacionados com a dose usada.
Por exemplo: doses de 1-5mg produzem incoordenação, sensação de euforia, labilidade emocional, aumento do ritmo cardíaco, sudorese e lacrimejamento com duração de ação da droga entre 4 a 6 horas.
Doses mais altas podem surtir e feitos por mais tempo.

A pessoa que usa o PCP pode ainda apresentar os seguintes sintomas: um estado de embriaguez com dormência das extremidades e ilusões perceptuais, sensação de estar fora do seu próprio corpo, alucinações auditivas e visuais, sonolência, dificuldade de concentração, aumento da pressão arterial, pulso acelerado, face vermelha, náusea, vômito, intensa salivação, as pupilas ficam contraídas, confusão, ideação paranóide, agressividade física e verbal, ausência de sensibilidade à dor, rigidez muscular.
Um aspecto importante a ser ressaltado é o quadro de agressividade física e verbal e o comportamento violento que prevalece em quem usa o PCP.
A droga causa grandes alterações emocionais.

O quadro psicótico com o uso do PCP pode ocorrer com uma intoxicação moderada e pode consistir de ideação paranóide e/ou comportamento maníaco.

O grau e a persistência da psicose estão relacionados com a quantidade da droga ingerida, podendo durar de 24hs há um mês.

Doses altas podem também causar convulsões, coma e morte.
A labilidade emocional associada à confusão pode resultar em tentativas de suicídio.
O álcool aumenta significativamente o risco que estes problemas envolvem.
Especialistas dizem “ser a droga mais desintegradora da mente que se conhece”.


Fonte: http://marciorodrigues.net/droga.asp?id_droga=15

Lava Jato amplia cerco a Lula e dificulta disputa às eleições de 2018

Ex-presidente é alvo de seis investigações criminais pela PF e Ministério Público

Lava Jato amplia cerco a Lula e dificulta disputa às eleições de 2018 | Foto: Reprodução / Facebook Lula / CP

Lava Jato amplia cerco a Lula e dificulta disputa às eleições de 2018 | Foto: Reprodução / Facebook Lula / CP

A Operação Lava Jato e seus desdobramentos ampliam o cerco ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dificultam ainda mais seu plano de disputar um terceiro mandato na eleição de 2018. Condenado pelo juiz Sérgio Moro a nove anos e seis meses de prisão no caso triplex do Guarujá, réu em seis ações penais e denunciado em outros dois casos, o petista agora é alvo de seis procedimentos de investigação criminal abertos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em Curitiba, São Paulo e Brasília.

As novas apurações podem resultar em processos na Justiça por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e obstrução a investigações. Com as investigações em curso e os processos na Justiça contra o ex-presidente, partidos de esquerda já traçam caminhos alternativos à disputa presidencial. Caso o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, confirme a sentença de Moro, de julho, o petista pode até ficar inelegível.

O principal ponto de partida das novas investigações são os acordos de colaboração dos executivos da Odebrecht, homologados pelo Supremo Tribunal Federal em janeiro deste ano. As informações colhidas pela força-tarefa da Lava Jato e documentos entregues pelos delatores geraram frentes de apurações em três estados.

Em São Paulo, os procedimentos instaurados desde julho deste ano tratam de supostos pagamentos em benefício do filho caçula do ex-presidente, Luís Cláudio, por meio da contratação de uma empresa de eventos esportivos, ao repasse de uma mesada a seu irmão Frei Chico e de desvios na construção da Arena Corinthians, o Itaquerão.

Obstrução da justiça

Os investigadores em Brasília apuram uma suspeita de obstrução da Justiça. Emílio Odebrecht, patrono da empreiteira, e o ex-diretor da empresa Cláudio Melo Filho relataram à Procuradoria-Geral da República que o ex-presidente e o ex-ministro e ex-governador da Bahia Jaques Wagner (PT) atuaram no governo Dilma Rousseff para edição de uma Medida Provisória (MP 703/2015) que possibilitasse que a empresa fizesse um acordo de leniência sem a intervenção do Ministério Público. A medida beneficiaria diretamente a construtora e outras investigadas.

São apurações que chegaram a ser enviadas à Curitiba, mas depois foram redistribuídas, a partir de julho, por decisão do ministro Edison Fachin, relator da Lava Jato no Supremo.

Última "flechada" de Janot

No dia 6 de setembro, Lula foi denunciado pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot em uma de suas últimas “flechadas” no cargo – ele passou o bastão no dia 17 para Raquel Dodge. A denúncia do chamado “quadrilhão do PT” imputa ao petista papel de figura central no esquema de fatiamento de cargos estratégicos do governo, com políticos do PT, PMDB e do PP, para arrecadação de propinas.

Outro obstáculo à vista no caminho de Lula rumo a 2018 é a nova sentença que deve ser dada pelo juiz Sérgio Moro, onde foi condenado pela primeira vez em julho por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo de propina de R$ 3 milhões da OAS, no caso tríplex do Guarujá.

Com o término da fase de instrução da ação penal em que é acusado de receber propina de R$ 12,5 milhões da Odebrecht, de forma dissimulada na compra do terreno para o Instituto Lula e do apartamento para a família em São Bernardo do Campo, em 2010, Moro deve decidir se condena ou absolve o petista até novembro. A confissão do ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda/Lula e Casa Civil/Dilma Rousseff) e dos executivos da Odebrecht aumentaram as chances de condenação do ex-presidente nesse processo, segundo membros da força-tarefa e advogados.

Suposta propina paga pela Odebrecht

Lula é réu em Curitiba ainda em uma terceira ação penal, que trata de suposta propina paga pela Odebrech e OAS nas reformas do Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP) – que a Lava Jato diz ser do petista e ele nega. Esse processo está ainda em fase inicial e deve ser julgado no início de 2018.

Na última semana, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal, no Distrito Federal, abriu novo processo em que ele é acusado de vender em 2009 uma MP para beneficiar montadoras de veículos – caso da Operação Zelotes, que compartilha dados com a Lava Jato. Nessa mesma vara, Lula será julgado por crime de tráfico de influência no governo Dilma para beneficiar empresas do setor automotivo, com a edição de outra MP, e na compra de caças suecos pelo governo.

"Caça às bruxas"

O ex-presidente nega todas as acusações contra ele e a família, sustenta que os procuradores da Lava Jato empreendem uma “caça às bruxas” para imputar lhe falsamente papel de liderança no bilionário esquema de corrupção descoberto na Petrobrás e que seus delatores mentem.

Nos tribunais, o criminalista Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente nos processos, tem questionado a isenção dos julgadores, como Moro, e apontado ilegalidades processuais e investigativas – até agora, sem sucesso efetivo. A defesa também levou pedido à Organização das Nações Unidas (ONU) para que interfira no caso.

Defesa de Lula

“Tanto as ações penais em curso como as investigações que foram abertas contra o ex-Presidente Lula não têm materialidade. Todas elas estão baseadas em hipóteses criadas pelo Ministério Público para perseguir Lula ou, ainda, em afirmações de delatores ou candidatos a delatores que precisam fazer referência ao nome do ex-Presidente para poderem destravar a negociação e obter benefícios, seja para saírem da prisão, seja para desbloquearem patrimônio constituído de forma ilícita.

Há procedimentos vinculados artificialmente à Lava Jato, pois não há nenhuma prova ou indício de que valores provenientes de contratos da Petrobras tenham sido destinados para o pagamento de vantagens a Lula, o que seria imprescindível segundo a orientação do Supremo Tribunal Federal (Inq/QO 4.130). Essa afirmação de vínculo com tais contratos da Petrobras é feita pelo Ministério Público para escolher a jurisdição da 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba para julgar Lula, diante da parcialidade do juiz em relação ao ex-Presidente, o que é incompatível com a Constituição Federal.

Quando a verdade prevalece sobre o ímpeto persecutório que orienta as ações de alguns investigadores, a inocência de Lula é reconhecida até por seus acusadores, como ocorreu em ação recente que tramita em Brasília, na qual o ex-Presidente foi indevidamente acusado pela compra do silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró com base em afirmações mentirosas de Delcídio do Amaral no âmbito de sua delação premiada.

Lula jamais praticou ou deixou de praticar qualquer ato da competência do Presidente da República, o chamado ato de ofício, vinculado a vantagens para si, para seus familiares ou terceiros. Por isso, é absolutamente despropositado cogitar-se da prática do crime de corrupção, que pressupõe que um funcionário público pratique ou deixe de praticar um ato de ofício e receba vantagens em contrapartida.

Somente nas ações penais que tramitam em Curitiba já foram coletados mais de 200 depoimentos de testemunhas e nenhuma delas confirmou qualquer das acusações que o Ministério Público faz contra Lula. Essa situação reforça que o ex-Presidente é alvo do uso indevido dos procedimentos jurídicos para persegui-lo politicamente, prática conhecida internacionalmente como “lawfare”.

Chance de absolvição

Caso Lula seja submetido a julgamentos justos, imparciais e independentes, como é assegurado pela Constituição Federal e pelas leis internacionais que o Brasil se obrigou a cumprir, ele será absolvido de todas as acusações que foram indevidamente formuladas pelo Ministério Público, que sequer deveriam ter sido recebidas pelos juízes por absoluta ausência de justa causa, ou seja, de qualquer indício da prática de crimes.”


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

O Império do Tráfico no Rio de Janeiro: é da extrema-esquerda a mão que balança o berço

Por Eric Balbinus

Além do tráfico, Brizola também colaborou com a ascensão do poder político do jogo do Bicho e com o nascimento público de DIlma Rousseff. Como se vê, o sujeito não fez nada de bom.

As notícias vindas do Rio de Janeiro são cada vez piores, a ponto da estrutura do estado viver em simbiose com um poder paralelo exercido pelos senhores da guerra do narcotráfico. Tal como os senhores feudais de outros tempos, estes lordes guerreiam entre si na disputa por território enquanto a classe governante de jure sofisma a respeito de questões paliativas para tratar um câncer que se tornou metástase.

Fato é que o Rio de Janeiro não se tornou este tabuleiro de War da noite para o dia. Sua concretização deve muito a extrema-esquerda. Para isso temos que voltar no tempo. O ano era 1983, quando o gaúcho Leonel Moura Brizola assumiu o governo do estado no dia 15 de março. Por sua ordem, a polícia passou a ser tolhida em suas incursões aos morros: investido no cargo de autoridade máxima do estado, Brizola determinou que as incursões só poderiam ser feitas caso os agentes observassem supostos preceitos dos direitos humanos.

Mas Brizola era um humanista? Pelo contrário. Como pode ser humanista um sujeito que se escora em açougueiros como Fidel Castro? Como pode ser humanista alguém que prega os valores de uma seita política que vê banhos de sangue como rituais de purificação necessários para a conquista do bem maior? Aliás, os direitos humanos dizem respeito a vida, propriedade, igualdade e liberdade. Os socialistas odeiam todos os valores que sustentam os direitos humanos, utilizando o direito a vida como concessão aos que se submetem a seu julgo. Logo temos que salientar o fato de que a preocupação de Brizola não era com os direitos humanos.

A determinação do governador não poderia resultar em boa coisa. Graças ao empenho de Brizola, se criou o caldo de cultura perfeito para o surgimento de ONGs financiadas por grandes corporações e entidades internacionais com dinheiro público, ONGs que supostamente defendem os direitos humanos. E que na prática defendem apenas a liberdade de criminosos praticarem seus atos contra uma população indefesa. A ação deliberada do governador também permitiu que os criminosos do Rio se tornassem os daimyos que vemos hoje.

Brizola, é bom que se diga, fez muito pouco contra a corrupção na polícia. Poderia simplesmente manter a liberdade de ação das tropas ao mesmo tempo em que reforçava o papel da corregedoria. É o que governantes sérios fazem. Quando se trata de sociopatas políticos, aí toda ação virá no sentido de destruir o Estado e colocar a sociedade de joelhos.

Muitos dizem que Brizola agiu por motivos pessoais. Sua filha Neusinha era envolvida com o tráfico e usuária de entorpecentes. Neusinha foi amante de vários traficantes, entre eles o notório Escadinha (José Carlos dos Reis Encina). Neusinha chegou até a usar um dos carros que o pai usava na campanha para governador para transportar a cocaína que traficava para um namorado. Acabou esquecendo o pacote com mais de 1 kg de pó no veículo. O governador acabou andando com a droga no carro por mais de um mês.

Brizola foi homem fundamental para a extrema-esquerda brasileira, foi quem deu aos radicais um verniz de seriedade e centrismo que propiciou a quadrilhas futuras a possibilidade de se colocar como defensor da democracia e da justiça social. Entre as aberrações criadas por Brizola estão o crime organizado no Rio, a institucionalidade do jogo do bicho com as autoridades e Dilma Rousseff, que foi parida por ele e pelo falecido ex-deputado Carlos Araújo. Como se vê, o sujeito não fez nada de bom. Embora seu legado de destruição tenha se estendido a outros governantes e também a ideologização de chefes do crime na prisão ao entrarem em contato com presos de extrema-esquerda que combatiam o regime militar, o fato é que foi Brizola o que mais colaborou para o atual estado de coisas.


O Reacionário

PC do B cogita lançar Manuela D'Ávila à Presidência da República

Manuela deixou claro aos caciques da legenda que não concorreria a deputada federal nem a senadora, mas que estaria à disposição para demais cargos


DÉBORA CADEMARTORI

Divulgação

Deputada estadual mais votada em 2014, com 222 mil votos, Manuela D'Avila (PC do B) confirma que foi sondada pela executiva nacional do PC do B para disputar a Presidência da República em 2018. O colunista Lauro Jardim noticiou nesta sexta-feira a pretensão do partido.

A deputada diz que a legenda não necessariamente depende do PT ou de possível condenação em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para lançar candidatura própria ano que vem.

— É um debate que surgiu há uns dias na última reunião da executiva nacional do partido. Pensamos em candidatura própria há algum tempo — disse Manuela à coluna.

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Aos caciques do PC do B, deixou claro que não concorreria a deputada federal nem a senadora, mas que estaria à disposição do partido para demais cargos, incluindo a disputa para o governo do Rio Grande do Sul.

Além de Manuela, Jandira Feghali também é uma alternativa dentro do partido.


Gaúcha ZH

Martin Schulz, do partido SPD, anuncia rompimento de coalizão com governo de Angela Merkel

"Temos que manter a nossa força pra enfrentar a extrema-direita", disse:https://glo.bo/2wL8gxb #GloboNews

Martin Schulz, do partido SPD, anuncia rompimento de coalizão com governo de Angela Merkel

G1.GLOBO.COM

Senador Magno Malta defende general Mourão no Senado

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Após dia de tiroteios, Rocinha tem trégua na segunda madrugada de ocupação das Forças Armadas

No sábado, vários episódios de violência foram registrados em bairros próximos à favela, depois da fuga de traficantes pelas áreas de mata:https://glo.bo/2hrSeO6 #GloboNews

Após dia de tiroteios, Rocinha tem trégua na segunda madrugada de ocupação das Forças Armadas

G1.GLOBO.COM

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Trump acusa Irã de "trabalhar com Coreia do Norte" após teste de míssil

Arma lançada pelo Exército iraniano seria capaz de chegar a Israel

Arma lançada pelo Exército iraniano seria capaz de chegar a Israel | Foto: Ibis / AFP / CP

Arma lançada pelo Exército iraniano seria capaz de chegar a Israel | Foto: Ibis / AFP / CP

O teste de um novo míssil de médio alcance por parte do Irã aumentou o atrito com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. "O Irã acaba de testar um míssil balístico capaz de chegar a Israel. Eles também estão trabalhando com a Coreia do Norte", escreveu no Twitter Trump, colocando em xeque o acordo nuclear com o país.

O teste acontece ao fim de uma semana de diplomacia agressiva na Assembleia Geral da ONU em Nova York, onde Trump novamente acusou o Irã de desestabilizar o Oriente Médio, chamando-o de "Estado desonesto cujas principais exportações são violência, derramamento de sangue e caos".

Os lançamentos anteriores de mísseis iranianos desencadearam sanções e acusações dos EUA de que eles violariam o espírito do acordo nuclear de 2015 entre Teerã e as grandes potências. O presidente dos Estados Unidos ameaçou declarar o Irã em violação do acordo de 2015, a menos que este seja expandido para punir o Irã pela busca de um programa de mísseis balísticos e pelo patrocínio a grupos militantes estrangeiros.


AFP e Correio do Povo

Irã testa novo míssil de 2.000 km de alcance com êxito

Lançamento teste acontece em um contexto de tensão entre o país e os Estados Unidos

Data do teste não foi comunicada, mas, na véspera, o míssil foi exibido em um desfile militar que recordou a guerra desatada pelo Iraque contra o Irã em 1980 | Foto: STR / AFP / CP

Data do teste não foi comunicada, mas, na véspera, o míssil foi exibido em um desfile militar que recordou a guerra desatada pelo Iraque contra o Irã em 1980 | Foto: STR / AFP / CP

O Irã testou com sucesso um novo míssil, o "Khoramshahr", de um alcance de 2.000 km e capaz de transportar várias ogivas, anunciou neste sábado a televisão estatal iraniana. O lançamento teste acontece em um contexto de tensão entre o Irã e os Estados Unidos, uma vez que o presidente americano Donald Trump ameaça não respeitar o acordo nuclear assinado em 2015 entre Teerã e as grandes potências. A televisão difundiu imagens do lançamento de "Khoramshahr" e do interior do míssil.

A data do teste não foi comunicada, mas, na véspera, o míssil foi exibido em um desfile militar que recordou a guerra desatada pelo Iraque contra o Irã em 1980. O anúncio de Teerã coincide com um clima muito tenso entre Irã e Estados Unidos, cujo presidente, Donald Trump, ameaça tirar seu país do acordo sobre o programa nuclear de 2015, assinado pelo Irã e os cinco principais membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Rússia e China, além da Alemanha).

O acordo nuclear não proíbe as atividades balísticas por parte do Irã, mas a resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU, que a ratificou, pede que Teerã não realize testes para desenvolver mísseis elaborados para transportar ogivas nucleares. Os iranianos afirmam que os mísseis de seu país não foram criados para incorporar ogivas nucleares e que, além disso, Teerã não tem qualquer programa para fabricar armas nuclearews.

"O míssil Khoramshahr, de 2.000 km de alcance, pode transportar várias ogivas convencionais para atingir vários objetivos de uma vez", disse o general Amir Ali Hadjizadeh, comandante da força aeroespecial da Guarda Revolucionária, citado pela agência Irna. O Irã já possui outros dois mísseis, o Ghadr-F e o Sekhil que, com seus 2.000 km de alcance, podem alcançar Israel, o arqui-inimigo do Irã, e as bases americanas da região. Na sexta, o presidente iraniano Hassan Rohani afirmou que o Irã se negava a limitar seu programa balístico.

Dissuasão

"Queiram ou não, vamos reforçar nossas capacidades militares necessárias em termos de dissuasão", declarou Rohani durante o desfile militar. "Não só vamos desenvolver nossos mísseis, como também nossas forças aéreas, terrestres e

marítimas. Para defender nossa pátria, não pediremos permissão de ninguém". O Irã desenvolveu um vasto programa balístico nos últimos anos, que preocupa os Estados Unidos e também a Arábia Saudita, sua principal rival na região, e a alguns países europeus como França e Israel, seu grande inimigo.

Teerã argumenta que precisa reforçar seu programa balístico para estar em equilíbrio com os outros países da região, principalmente Arábia Saudita e Israel, que investem milhões de dólares na compra de armas dos países ocidentais, especialmente dos Estados Unidos. No próximo dia 15 de outubro, Trump tem previsto notificar ao Congresso se o Irã respeita seus compromissos referentes ao acordo. Se disser que não, o Congresso poderá impor novas sanções contra Teerã. No entanto, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) assinalou em várias ocasiões que o Irã está cumprindo com seus compromissos.


AFP e Correio do Povo

Supremo peruano aprova pedido para EUA extraditarem investigada no caso Odebrecht

Mariella Huerta é investigada por supostamente ter recebido propina em licitação de obra do Metrô de Lima

Supremo peruano aprova pedido para EUA extraditarem investigada no caso Odebrecht | Foto: Frame Photo / Folhapress / CP Memória

Supremo peruano aprova pedido para EUA extraditarem investigada no caso Odebrecht | Foto: Frame Photo / Folhapress / CP Memória

O Supremo Tribunal do Peru aprovou o pedido para os Estados Unidos extraditarem Mariella Huerta, investigada pelo caso Odebrecht, por supostamente ter recebido propina para construtora brasileira ficar com a licitação da construção do trecho 2 da Linha 1 do Metrô de Lima. A Segunda Câmara Penal Transitória do Supremo Tribunal declarou procedente pedir a extradição pelo Primeiro Tribunal de Investigação Preliminar, que emitiu, em fevereiro, um mandado de prisão preventiva por 18 meses contra a acusada e outro mandado de prisão internacional.

Mariella, que aparentemente está nos EUA, é acusada pelos crimes de suborno passivo próprio, lavagem de dinheiro e colusão contra o Estado, ao supostamente ter recebido as propinas quando integrava o comitê de licitação da obra. O tribunal considerou que o pedido de extradição cumpre com os requisitos estabelecidos no tratado assinado pelos dois países, entre eles que os crimes supostamente cometidos no Peru não prescreveram.

Os juízes ordenaram que o caderno de extradição fosse enviado ao Ministério da Justiça e aos Direitos Humanos para serem enviados ao Ministério das Relações Exteriores, que, por sua vez, deve enviá-lo às autoridades americanas. No Peru, o caso Odebrecht se concentra em traçar o rastro dos 29 milhões de dólares que a construtora admitiu na Justiça americana ter pago em propinas a funcionários para garantir milionárias obras entre 2005 e 2014.


Agência Brasil e Correio do Povo


Violência urbanaConfronto entre PM e criminosos deixa três mortos e quatro feridos no Rio

Rio de JaneiroInformações de moradores da Rocinha podem determinar prisão de traficantes


MudançaHorário de verão pode ser extinto este ano; governo quer ouvir sociedade

Contas públicas

Governo desbloqueia R$ 12,8 bilhões do Orçamento

Saúde

Testes indicam que vacina contra zika pode prevenir a transmissão na gravidez

PolíticaEm vídeo, Temer rebate acusações da segunda denúncia da PGR

Informação privilegiada

Gilmar Mendes mantém presos os irmãos Joesley e Wesley Batista

PerigoApós furacão Maria, 73 regiões da República Dominicana estão isoladas

MutuáriosCaixa reduz para 50% limite para financiamento de imóveis usados

InternacionalAviões militares dos Estados Unidos voam perto da Coreia do Norte

Porto Alegre ainda sofre com atrasos na execução do plano cicloviário

Apesar disso, a adesão à bicicleta cresce na Capital

Cidade tem falta de políticas públicas que incluam ciclistas | Foto: Samuel Maciel

Cidade tem falta de políticas públicas que incluam ciclistas | Foto: Samuel Maciel

A mobilidade urbana em Porto Alegre, assim como em outras capitais, funciona como uma via de duas mãos. Em uma das pistas, vêm os ciclistas, em busca da sustentabilidade e da praticidade na locomoção do dia a dia. O grupo cresce ao longo dos anos, algo que se comprova na atuação de movimentos cicloativistas, no desenvolvimento de novas tecnologias e no próprio mercado de bicicletas. No sentido oposto, em alta velocidade, uma frota de automóveis passa rente aos veículos não motorizados. Este lado da via conta com toda uma cultura de consumo e políticas a seu favor, enquanto o outro tem menos de 10% das ciclovias previstas no Plano Diretor Cicloviário Integrado (PDCI) aprovado há oito anos.

Este contraste pode ser simbolizado em uma pedalada realizada na Capital na sexta-feira passada, Dia Mundial Sem Carro. Promovido pela Mobicidade - Associação Pela Mobilidade Urbana em Bicicleta, o evento contou com grande interesse de um público com objetivo de mostrar ao poder Executivo e à sociedade o tamanho da demanda para a construção de ciclovias e ações voltadas para a bicicleta.

Os problemas da mobilidade na Capital podem ser percebidos no tráfego diário, no qual frequentemente os ciclistas precisam se misturar aos carros e motocicletas pela falta de ciclovias em trechos importantes. Quando isso ocorre, raramente a distância mínima de 1,5 metro estabelecida pelo artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) é respeitada. Pior ainda: precisam conviver com constantes xingamentos e até mesmo com o assédio sexual, no caso das ciclistas mulheres.

Quem relata é a empresária Laís Webber, de 27 anos, que há mais de um ano optou por fazer quase todos seus trajetos diários com a bicicleta. De acordo com ela, é quase rotineiro motoristas do sexo masculino chegarem bem próximos das ciclistas, diminuírem a velocidade dos carros e as assediarem verbalmente. Há vezes em que o assédio ultrapassa até mesmo o limite das palavras. No dia em que concedeu entrevista ao Correio do Povo, por exemplo, Laís sofreu tentativa de assédio físico. Enquanto passava pelas imediações do Acampamento Farroupilha, um homem parado na ciclovia simplesmente tentou mordê-la. “Não quero que mais gurias tenham medo de andar de bicicleta, mas as pessoas têm que saber desses absurdos”, afirma.

Na contramão das ciclovias

Episódios de agressividade e falta de respeito envolvendo pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas de carros e ônibus são comuns e precisam ser trabalhados por meio da educação e da fiscalização das leis. O problema é que pedestres e ciclistas são o lado mais fraco entre os personagens que compõem o trânsito. Mas esses não são os únicos obstáculos de quem pedala em Porto Alegre.

Isso porque o próprio trabalho feito pelo poder público – ou a falta dele – muitas vezes também vai na contramão do modal. Laís cita alguns pontos dentro dos trajetos que costuma fazer que servem de exemplo. Um deles é a rua General João Telles, onde há uma continuação da ciclovia da rua Vasco da Gama, que ligaria a via até a Redenção. No entanto, quando se chega à avenida Osvaldo Aranha, a ciclovia termina e ainda há uma mureta que dificulta o cruzamento. Outro exemplo semelhante é no espaço da avenida Loureiro da Silva, onde um tapume das obras da Praça dos Açorianos chegou a ser colocado sobre a passagem. Em outros pontos da mesma rua, o estacionamento de automóveis continua sendo permitido junto à ciclovia, algo que gera medo de colisão com portas de carros sendo abertas.

Em alguns casos, as ciclovias se mostram até mesmo sem utilidade, como a presente na rua Dona Adda Mascarenhas, na zona Norte, que “não liga nada a lugar nenhum”, conforme o vereador Marcelo Sgarbossa (PT). Em outros locais, os problemas vão diretamente contra a lei. Na ciclovia da rua José do Patrocínio, o ciclista, ao chegar ao cruzamento com a rua da República, precisa apertar o botão da sinaleira para conseguir atravessar com total segurança. O mesmo ocorre na avenida Ipiranga, onde as bicicletas ficam penalizadas com relação aos motoristas por terem que esperar para mudar de lado. “Esses pontos estão ilegais, porque a lei diz que a preferência deve ser do coletivo e do não motorizado sobre o individual motorizado”, afirma Sgarbossa.

Há uma brincadeira que os integrantes da Mobicidade fazem ao falar das ciclovias, a de que existem três formas de construí-las: a correta, a equivocada e a que é feita em Porto Alegre. Isso porque, de acordo com o ativista Daniel Silva, o pouco que se tem construído com relação ao que prevê o Plano Diretor sequer tem a qualidade necessária. Os relatos são de pistas remendadas, esburacadas, mal sinalizadas e sem manutenção, além de falta de diálogo do poder público municipal com o usuário. “No nosso entendimento de quem acompanha, essa gestão não vê a bicicleta como algo possível para a cidade. Não está no mapa da gestão”, afirma.

O diálogo com ciclistas e movimentos representantes, segundo Silva, já era difícil em gestões anteriores, mas ainda havia alguma perspectiva. Na administração do prefeito Nelson Marchezan Júnior, no entanto, o ativista afirma que ocorreu uma ruptura completa no acesso à informação junto à EPTC.


Correio do Povo

O “JUIZ” E A CURA GAY


Era uma vez um sujeito que virou governante e juiz de um país, ao mesmo tempo. Não foi por concurso ou voto, mas pelas armas. Em nome da revolução igualitária, tornou-se um tirano absoluto, dono de uma ilha inteira com 11 milhões de escravos, assumindo a maior mansão do local como sua residência.

Sempre fardado, detestava “maricones”. Eis o que pensava sobre gays: que deveriam ser curados por meio do trabalho forçado. Não aceitava o “tratamento de choque”, era fuzilado no paredão, sem qualquer julgamento, pois isso é coisa de burguês.

Seu nome? Che Guevara. Ou Fidel Castro. Tanto faz, pois eram unha e carne, dois lados da mesma moeda podre. Não é fofo ver gente vestindo camiseta do homofóbico assassino e falando em “amor” contra “preconceitos”?

Essa turma deveria ler o relato de Reinaldo Arenas, um gay vítima do regime cubano, em seu livro Antes que anoiteça. Virou filme com Javier Bardem, o que poderia facilitar aos que não gostam muito de ler (a maioria na esquerda). Eis o que ele afirma:

[…] a mulher e o homossexual são considerados no sistema castrista como seres inferiores. Os verdadeiros machos podiam ter várias mulheres, e isso era visto como um ato de virilidade.

O próprio Grupo Gay da Bahia chegou a admitir a perseguição cubana aos homossexuais, exigindo uma retratação do ditador Fidel Castro antes de sua morte:

O Grupo Gay da Bahia, a mais antiga ONG/Homossexual da América Latina, exige que o  ditador Fidel Castro, antes de morrer, reconheça e peça perdão, pelos graves erros da revolução cubana, responsável pela desmoralização, perseguição, prisão em campos de concentração com trabalho forçado, tortura, expulsão e morte  de milhares de gays,  travestis e lésbicas em Cuba.

[…]

Em 1959 ao tomar o poder em Cuba, Fidel declarou que “um homossexual não pode ser  um revolucionário”. Em 1965 Fidel e Che Guevara criam as  Unidades Militares de Ajuda à Produção, acampamentos de trabalho agrícola em regime militar, com cercas de 4 metros de arame farpado, onde os homossexuais e outros “marginais” realizavam trabalho forçado nos canaviais, com até 16 horas de trabalho forçado, em condições desumanas  muito semelhantes aos campos de concentração nazistas.

[…]

Em 1980, segundo informes oficiais, 1700 “homossexuais incorrigíveis” de Cuba foram deportados para os Estados Unidos, embora organizações de direitos humanos calculem que ultrapassaram 10 mil gays e travestis expulsos de seu país. No início da crise da Aids, Cuba foi denunciada internacionalmente pela criação de rigorosas  prisões para “sidosos”, (doentes de aids), em sua maior parte, homossexuais.

Quando vemos o socialista Jean Wyllys, cujo partido PSOL até hoje apoia o regime cubano, posando com uma boina para claramente imitar o estilo do revolucionário homofóbico, bate então aquele constrangimento, aquela vergonha alheia incontrolável.

Mas a esquerda é “fofa”, então tudo bem. Não tem problema cair em tanta contradição, ser tão incoerente. Ela condena os “preconceitos”, mas não dos seus gurus. Marx era outro racista preconceituoso, mas deixa isso para lá. É a direita “fascista” que odeia negros, gays, mulheres etc. Se é homofóbico, então claro que só pode ser um eleitor do Bolsonaro, jamais alguém com uma camiseta do Che Guevara!

Rodrigo Constantino

A política aos olhos de Pedro Simon

Ex-governador do RS e ex-senador analisa cenário atual e não poupa críticas a colegas

Com a aposentadoria, Simon resolveu propagar suas ideias em palestras e debates | Foto: Luiz Sérgio Dibe / Especial / CP

Com a aposentadoria, Simon resolveu propagar suas ideias em palestras e debates | Foto: Luiz Sérgio Dibe / Especial / CP

O caminhar compassado e a cabeleira algodoada denotam a longeva existência do senhor de semblante concentrado que atravessa a porta do escritório, carregando na mão esquerda uma resma formada por páginas de diferentes cores e tamanhos. Com um aperto de mão vigoroso, ele senta à cadeira do anfitrião. Corre os dedos pela fronte e começa a espalhar os lembretes sobre a mesa de madeira nobre. “Tenho alguns assuntos que gostaria de falar”, avisa logo Pedro Jorge Simon, 30º governador do Rio Grande do Sul e senador dos gaúchos durante 32 anos. Ele recebeu a reportagem do Correio do Povo em sua casa, no bairro Petrópolis, onde vive cercado por livros e onde elabora as palestras que tem proferido a convite de instituições de ensino, entidades de classe e associações. Em meio a recortes de jornais e anotações, contou sobre sua despedida da política e dividiu visões sobre o momento pelo qual passa o país.

"Entrei para perder"

Pedro Simon não esconde uma felpa de encabulamento quando fala de sua última participação em eleições. Foi em 2014, quando acabou “chamado” a compor chapa majoritária com José Ivo Sartori (PMDB) e José Paulo Cairoli (PSD), depois que Beto Albuquerque (PSB) trocou a vaga de candidato a senador para ser vice de Marina Silva (Rede), pela circunstância da morte de Eduardo Campos (PSB), em acidente aeroviário. Foi a única eleição que o senador perdeu. “Nesta última eleição, eu não tinha mais vontade de concorrer. Havia dito isso ao partido. Mas fui chamado quando o Eduardo Campos morreu na queda daquele avião, porque o Beto Albuquerque não seria mais o candidato a senador, na chapa com o Sartori. A vaga deveria ser do (Germano) Rigotto, mas o Sartori tinha escolhido o Cairoli para vice, que é um cara conservador. Então, o Beto dava certo equilíbrio, por ser do partido socialista. Acho que o Rigotto ficou chateado, e com razão. Um cara como ele ser segunda opção? Não dá. Daí fui chamado pelo Ibsen Pinheiro e pelo Luís Roberto Ponte. Fui só preencher vaga. Não fiz campanha. Entrei para perder.”

Cobrar por palestra ficou estranho

Com a aposentadoria da política, Simon decidiu não deixar a política. Como assim? Em vez de eleições, disputas e exercícios de mandato, resolveu propagar suas ideias em palestras e participações em debates. “Não consigo parar. Acho que ainda posso prestar minha contribuição, levando minha experiência aos jovens que me convidam. Às vezes, nem sei por que querem ouvir o que tenho para dizer. Mas quando convidam, vou. Tenho estudado e me preparado para isso. Só que tem uma coisa: eu não cobro nada. Esse negócio de cobrar ficou muito estranho, meio chato para homem público. Se me convidam, vou lá e falo.”

Combate à corrupção está ameaçado

Para Simon, a crise política nacional é uma “agonia” impulsionada pela corrupção que atingiu “índices inimagináveis”. “Mais que na operação Mãos Limpas sobre a máfia napolitana. Mais que na Chicago do Al Capone.” Na visão do senador, parte do serviço público do Brasil, liderado por mandatários com cargos de comando em estatais, constituiu uma “organização criminosa” que supera os malfeitos do passado. Para ele, a recente ofensiva contra crimes de corrupção representa um marco. “O problema é que nossa operação Lava Jato está ameaçada. Há um complô no Congresso para retirar dispositivos que fortalecem o combate à corrupção e para intimidar os procuradores do Ministério Público Federal. Se o sentimento de impunidade voltar, o Brasil vai retroceder ao tempo dos generais e dos políticos de antes do golpe militar. Naquele tempo já havia corrupção, só que ninguém investigava, ninguém ia preso”, comentou.

Privatizações são equívoco

Simon não esconde o desencanto pelo presidente Michel Temer, que integra o alto comando de seu partido. “Quando terminar este mandato e não houver mais foro especial para protegê-lo, Temer será denunciado e processado por coisas muito piores que essas das recentes delações.” Também disse que um governo de transição não deveria acelerar reformas sem discussão ampla com a sociedade e afirmou que considera “um grande equívoco” a política de privatizações. “São temas que se pode debater de forma democrática. Não pode fazer a toque de caixa. Privatizar para pagar dívida pública? Em meio a toda essa corrupção envolvendo o governo? Temer faz parte de um grupo de figuras estranhas que tomaram conta do PMDB nacionalmente.”

Reforma prestes a fracassar

Quando o tema envereda para reforma política, Simon se monstra ainda mais desanimado. “A história do Brasil é de não ter partidos de verdade. Com listão, sem cláusula de barreira e rigor na fidelidade partidária para evitar oportunismo, com manutenção das coligações, o país jamais vai consolidar a vida partidária.” Ele também criticou severamente a utilização e a possibilidade de ampliação de recursos públicos para campanhas eleitorais. “Campanha com verba pública é um absurdo. Aquelas produções caríssimas de TV só servem para mentir. A defesa da candidatura deveria ser feita na TV pelo candidato falando, de preferência ao vivo, como num comício. Daí fica mais difícil mentir.”

Crise no Estado

Hora de falar sobre Rio Grande do Sul e Simon aperta um lábio contra o outro, passa lentamente a mão na cabeça, da fronte até a nuca. “Não vou entrar com prazer, mas vou entrar neste assunto”, admitiu. Para ele, o Estado não sai da crise sem ajuda federal. O senador defende a regulamentação da Lei Kandir, a revisão da dívida pública e do pacto federativo como formas de ajustar a relação de forças entre Estado e União. Simon, no entanto, lembrou que dificuldades financeiras sempre existiram e que não concorda com privatizações. “Se vendermos um Banrisul, uma CEEE agora, o que vamos vender na próxima crise? Um pedaço do Rio Grande?” Sobre a possibilidade de adesão do Estado ao Plano de Recuperação Fiscal de Michel Temer e Henrique Meirelles, Simon é enfático. “A lógica do Meirelles não atende ao interesse público. Sartori é um homem sério e precisa achar outros caminhos para marcar algo positivo em seu governo.”


Correio do Povo

Homem é morto a tiros dentro de loja em Gravataí (RS)

Vítima fazia compras quando foi alvejada

Um homem foi morto a tiros em Gravataí, na região Metropolitana, por volta das 14h45min deste sábado. Segundo a Brigada Militar (BM), a vítima fazia compras em uma loja de vestuário na rua Otávio Schemes, bairro União, quando foi alvejada.

A BM suspeita de homicídio (e não latrocínio), já que nada foi roubado e os tiros foram direcionados ao homem. A perícia trabalha no local.

A vítima ainda não foi identificada e ninguém foi preso até o momento.


Correio do Povo e Rádio Guaíba


O “juiz” e a cura gay


Por Rodrigo Constantino

Sobe para 305 o número de mortes em terremoto no México

Além das vítimas dos tremores, duas mulheres morreram de infarto após réplica neste sábado

Além das vítimas dos tremores, duas mulheres morreram de infarto após réplica neste sábado | Foto: Pedro Pardo / AFP / CP

Além das vítimas dos tremores, duas mulheres morreram de infarto após réplica neste sábado | Foto: Pedro Pardo / AFP / CP

O número de vítimas do forte terremoto de 19 de setembro na região central do México já chega a 305, informou neste sábado o coordenador nacional de Proteção Civil, Luis Felipe Puente. Em uma atualização do balanço preliminar de vítimas do tremor de magnitude 7,1 na escala Richter, Puente detalhou que são 167 pessoas mortas na capital do país, 73 em Morelos, 45 em Puebla, 13 no estado de México, seis em Guerrero e uma em Oaxaca.

De acordo com o coordenador, os trabalhos de busca e resgate de sobreviventes foram retomados após um novo terremoto ser registrado com magnitude de 6,1 graus na escala de Richter.

Em consequência do novo tremor, duas mulheres morreram de infarto. A primeira, de 80 anos, morreu ao tentar deixar seu apartamento em bairro do centro da capital. A segunda, de 52 anos, morreu na rua, depois de deixar sua casa.

O novo tremor parece não ter causado maiores danos materiais. "Não temos até o momento informes de novos incidentes derivados desse tremor", afirmou à cadeia Televisa o titular da Defesa Civil da prefeitura, Fausto Lugo.

No entanto, o tremor desatou temores sobre os efeitos que possa ter tido sobre eventuais sobreviventes ainda debaixo dos escombros e nos prédios já atingidos pelo terremoto anterior. De acordo com o protocolo, os resgatistas em um prédio desabado na zona central de Roma-Condesa saíram de cima dos escombros rapidamente, enquanto que os familiares das pessoas presas correram a se juntar a seus outros entes queridos.

O tremor é uma das 4.287 réplicas do terremoto de 8,2 graus de 7 de setembro, o mais poderoso desde 1932, cujo epicentro se localizou na costa do estado de Chiapas, de acordo com o Serviço Sismológico Nacional (SSN).


AFP e Correio do Povo

Após novo tiroteio na Rocinha, Exército prende cinco e aprende um fuzil AK47

Troca de tiros foi registrada na madrugada deste sábado, apesar do cerco das Forças Armadas

Além do fuzil AK47, a Polícia do Exército apreendeu carregadores pistola e muita munição | Foto: Polícia do Exército / Agência Brasil / Divulgação / CP

Além do fuzil AK47, a Polícia do Exército apreendeu carregadores pistola e muita munição | Foto: Polícia do Exército / Agência Brasil / Divulgação / CP

Depois de algumas horas de aparentemente tranquilidade, a madrugada deste sábado voltou a registrar troca de tiros na Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro. De acordo com a Assessoria de Comunicação Social do Estado-Maior Conjunto das Operações em Apoio ao Plano Nacional de Segurança Pública, por volta das 4h30min, elementos armados tentaram romper bloqueio do cerco estabelecido pelas Forças Armadas nas proximidades da Rua General Olímpio Mourão Filho.

Na operação, foram presos pela Polícia do Exército os cinco ocupantes de um veículo Renault Symbol e apreendidos um fuzil AK47 calibre 7,62mm com numeração raspada e quatro carregadores; uma pistola Glock calibre 9mm com dois carregadores; 86 munições calibre 7,62mm e 18 calibre 9mm; dois equipamentos de rádio transmissores; documentos; cadernos de anotações; além de pequena quantidade de drogas e dinheiro em espécie. Os suspeitos e o material apreendido foram entregues à 11ª Delegacia de Polícia, na Rocinha.

Devido ao tiroteio, a Polícia Militar fechou por mais de 40 minutos, em ambos os sentidos, as vias do Complexo Lagoa-Barra. O fechamento ocorreu às 4h55min, de forma preventiva, para evitar que motoristas que passam pela região fossem atingidos por balas perdidas. As vias foram liberadas às 5h36min pelas forças de segurança que atuam na região da Rocinha. Já nesta manhã, a autoestrada Lagoa-Barra e os túneis Zuzu Angel e Rafael Mascarenhas (túnel acústico) estão dando passagem normalmente nos dois sentidos.

Ocupação

As forças de segurança do Estado e as Forças Armadas ocupam desde a tarde de sexta-feira a comunidade da Rocinha. Homens da Polícia do Exército, dos Fuzileiros com o uso de tanques, com um efetivo de 950 militares estão distribuídos nos principais acessos e também na área de mata fechada.

Tropas de elite do Exército foram deixadas de helicóptero na mata e técnicos em comunicação montaram estações de rádio para comunicação. Homens do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope) e do Batalhão de Choque com auxílio de cães farejadores do Batalhão de Ação com Cães fazem uma varredura na mata, para onde os traficantes teriam fugido.


Agência Brasil e Correio do Povo

PT prevê que Justiça deve barrar Lula e esquerda projeta eleições sem o ex-presidente

A ideia será investir na disputa "pulverizada", com muitos candidatos do mesmo espectro político

PT prevê que Justiça deve barrar Lula e esquerda projeta eleições sem o ex-presidente | Foto: Hauler Audrey / AFP / CP

PT prevê que Justiça deve barrar Lula e esquerda projeta eleições sem o ex-presidente | Foto: Hauler Audrey / AFP / CP

Oficialmente o Partido dos Trabalhadores (PT) diz que a candidatura do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva é "irreversível" e "irrevogável". A presidente da legenda, senadora Gleisi Hoffmann, afirmou que, mesmo que o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) ratifique a condenação, Lula pode recorrer às instâncias superiores. Na realidade, no entanto, a percepção de que a Justiça dificilmente permitirá que ele concorra pela sexta vez à Presidência é cada vez maior.

Há algumas semanas, um colaborador próximo do ex-presidente chegou a sugerir que, diante da indefinição do cenário, Lula dedique o restante de 2017 a elaborar um bom programa de governo e deixe para o ano que vem a definição sobre o candidato. O "conselheiro" ponderou outros fatores além do cerco fechado pela Lava Jato, como as incertezas sobre a reforma política e a Judicialização da campanha. Mas, segundo pessoas próximas, a reação de Lula foi "extremamente negativa".

Na semana passada, em conversa com deputados estaduais do PT, o advogado Pedro Serrano disse que, embora considere Lula inocente, acredita que o Judiciário sofre forte influência política e, portanto, a probabilidade maior é de que a condenação seja mantida. Mas também lembrou a possibilidade de recursos.

Esquerda e centro projetam cenário sem Lula

A incerteza em relação ao futuro político do ex-presidente faz com que os partidos de centro-esquerda, inclusive tradicionais aliados do PT como PC do B e PDT, já adotem estratégias para 2018 com cenários sem a participação do petista. Se ele for condenado em segunda instância e não puder concorrer, os antigos aliados do PT não parecem dispostos a se unir. A ideia, nesse caso, será investir na disputa "pulverizada", com muitos candidatos do mesmo espectro político.

"Nós já começamos a fazer consultas sobre nomes", admitiu o deputado Orlando Silva (PC do B-SP), que foi ministro nos governos comandados por Lula e por Dilma Rousseff. "Sem Lula na cédula não tem por que o PCdoB apoiar o PT. Na esquerda, vai ser todo mundo igual", emendou ele. O Partido Comunista abriu negociações com o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, que nesta semana também conversará com a direção do PSB. Nada, porém, está fechado.

Nos bastidores, tanto integrantes da oposição como aliados do presidente Michel Temer dizem que muitos lances para 2018 estão congelados, à espera da definição sobre Lula, que lidera as pesquisas de intenção de voto. "Mas nós começamos o degelo", disse Silva, que não exclui a possibilidade de o PCdoB lançar candidato próprio à sucessão de Temer. "O desgaste com a política é tão grande que os partidos serão chamados a se posicionar. A tendência é que a disputa de 2018 seja pulverizada, como a de 1989."

O PDT, outro aliado histórico do PT, faz os cálculos para 2018 contando que Lula será barrado pela Justiça. "É mais do que legítimo o PT manter a candidatura de Lula, mas penso que ele não será candidato", afirma o presidente da legenda, Carlos Lupi. O partido aposta na candidatura de Ciro, independentemente de Lula ser candidato. No entanto, segundo Lupi, caso o petista fique fora da disputa, Ciro pode crescer nos redutos petistas. "É pouco provável que o PT venha a nos apoiar, por isso não muda muito para o PDT, mas, sem Lula, Ciro passa a ter um potencial de crescimento grande no Nordeste", disse.

O PSB também se prepara para outros voos. "Precisamos pesar, porém, se a candidatura própria vai nos ajudar em relação aos palanques estaduais. A hora é de aguardar um cenário de menos incertezas. Não podemos excluir ninguém antes de falar com as forças políticas", afirma o presidente Carlos Siqueira. Ele disse já ter conversado com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que deseja concorrer ao Planalto pelo PSDB. O vice, Márcio França, é do PSB e, segundo Siqueira, será candidato ao Bandeirantes, em 2018.

Ciro também está na mira do PSB, tanto que um encontro com ele foi marcado para esta semana. "Além disso, a direção do PT pediu reunião conosco e ainda vamos falar com a Marina Silva (Rede)", contou Siqueira, para quem o quadro de 2018 se aproxima ao de 1989, quando havia 22 candidatos ao Planalto.

PSOL deve lançar candidatura própria

Principal adversário do PT no campo mais à esquerda, o PSOL desde o primeiro momento trabalha para ter candidatura própria, sem perspectivas de alianças, mas avalia que caso Lula não seja candidato tem chances de ampliar as alianças atraindo partidos e grupos que hoje circulam na órbita petista. O nome do PSOL hoje para 2018 é o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que ainda não definiu se aceita a empreitada.

Sem o petista na disputa, o partido espera filiar o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, e lançá-lo candidato ao Planalto. Boulos, que já admitiu em entrevistas a possibilidade de disputar eleições, faz mistério sobre o futuro. Aliados especulam que, com Lula, Boulos se candidataria a deputado federal. Para a direção da legenda, a eventual ausência do petista pode acelerar uma reorganização da esquerda, com a deserção de setores do PT, ainda para 2018. "Mas é claro que quanto mais tarde acontecer esta definição mais difícil fica", disse o presidente da Fundação Lauro Campos, Juliano Medeiros.

Marina Silva

A Rede da ex-senadora Marina Silva, que em 2014 ameaçou a reeleição de Dilma Rousseff, diz que a possível ausência de Lula em 2018 não interfere nos planos do partido. No entanto, aliados de Marina, admitem que ela pode herdar votos do petista. "Não estamos traçando duas estratégias", disse o coordenador nacional Bazileu Margarido. Mas o partido admite que caso Lula seja barrado o cenário eleitoral muda totalmente. "Se Lula não for candidato, todo mundo vai se mexer", avalia Margarido


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

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