domingo, 24 de setembro de 2017

Berlim tem protesto contra o partido de extrema-direita da Alemanha

O AfD ficou em terceiro lugar nas eleições deste domingo (24). Pesquisa apontou vitória de Angela Merkel: https://glo.bo/2wenp5N

Berlim tem protesto contra o partido de extrema-direita da Alemanha

AfD conquistou pela primeira vez cadeiras no parlamento.

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Droga alucinógena PCP. Saiba o que é

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O QUE É PCP

A fenciclidina é uma substância cristalina, hidrossolúvel e lipofílica conhecida nos Estados Unidos por “Pó de Anjo”.
A sigla PCP vem do seu “apelido” em inglês Peace Pill ou “Pílula da Paz”.
Análogos desta substância foram introduzidas pela primeira vez como anestésicos gerais para seres humanos e animais.
Possuem o benefício de permitirem a anestesia através de um estado dissociativo no qual a pessoa não está em coma profundo.
Mas quando essa substância foi usada como anestésico em seres humanos, ocorreram efeitos colaterais graves como agitação e alucinações o que fez com que o seu uso fosse limitado para seres humanos e foi retirada do mercado.
Alguns anos depois, essa substância voltou a ser usada, mas na área de veterinária.
A droga começou a ser usada de forma ilegal, tornou-se amplamente abusada como alucinógeno com vários nomes de rua, além de seu uso como adulterante ou substituto  para outras substâncias.
O PCP é fumado, ingerido oralmente ou injetado via intravenosa.
As vias de administração mais usadas são o fumo e a ingestão oral.
Quando usado em forma de cigarro ou fumado em cachimbo é comum ser misturado com salsa, hortelã, orégano ou tabaco.
O PCP misturado com a maconha ou heroína tem o seu efeito potencializado, o que agrava perigosamente os sintomas tóxicos.
O PCP penetra com facilidade nos depósitos de gordura o que causa um aumento do seu tempo de ação.
Os sintomas causados pela droga estão relacionados com a dose usada.
Por exemplo: doses de 1-5mg produzem incoordenação, sensação de euforia, labilidade emocional, aumento do ritmo cardíaco, sudorese e lacrimejamento com duração de ação da droga entre 4 a 6 horas.
Doses mais altas podem surtir e feitos por mais tempo.

A pessoa que usa o PCP pode ainda apresentar os seguintes sintomas: um estado de embriaguez com dormência das extremidades e ilusões perceptuais, sensação de estar fora do seu próprio corpo, alucinações auditivas e visuais, sonolência, dificuldade de concentração, aumento da pressão arterial, pulso acelerado, face vermelha, náusea, vômito, intensa salivação, as pupilas ficam contraídas, confusão, ideação paranóide, agressividade física e verbal, ausência de sensibilidade à dor, rigidez muscular.
Um aspecto importante a ser ressaltado é o quadro de agressividade física e verbal e o comportamento violento que prevalece em quem usa o PCP.
A droga causa grandes alterações emocionais.

O quadro psicótico com o uso do PCP pode ocorrer com uma intoxicação moderada e pode consistir de ideação paranóide e/ou comportamento maníaco.

O grau e a persistência da psicose estão relacionados com a quantidade da droga ingerida, podendo durar de 24hs há um mês.

Doses altas podem também causar convulsões, coma e morte.
A labilidade emocional associada à confusão pode resultar em tentativas de suicídio.
O álcool aumenta significativamente o risco que estes problemas envolvem.
Especialistas dizem “ser a droga mais desintegradora da mente que se conhece”.


Fonte: http://marciorodrigues.net/droga.asp?id_droga=15

Lava Jato amplia cerco a Lula e dificulta disputa às eleições de 2018

Ex-presidente é alvo de seis investigações criminais pela PF e Ministério Público

Lava Jato amplia cerco a Lula e dificulta disputa às eleições de 2018 | Foto: Reprodução / Facebook Lula / CP

Lava Jato amplia cerco a Lula e dificulta disputa às eleições de 2018 | Foto: Reprodução / Facebook Lula / CP

A Operação Lava Jato e seus desdobramentos ampliam o cerco ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dificultam ainda mais seu plano de disputar um terceiro mandato na eleição de 2018. Condenado pelo juiz Sérgio Moro a nove anos e seis meses de prisão no caso triplex do Guarujá, réu em seis ações penais e denunciado em outros dois casos, o petista agora é alvo de seis procedimentos de investigação criminal abertos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em Curitiba, São Paulo e Brasília.

As novas apurações podem resultar em processos na Justiça por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e obstrução a investigações. Com as investigações em curso e os processos na Justiça contra o ex-presidente, partidos de esquerda já traçam caminhos alternativos à disputa presidencial. Caso o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, confirme a sentença de Moro, de julho, o petista pode até ficar inelegível.

O principal ponto de partida das novas investigações são os acordos de colaboração dos executivos da Odebrecht, homologados pelo Supremo Tribunal Federal em janeiro deste ano. As informações colhidas pela força-tarefa da Lava Jato e documentos entregues pelos delatores geraram frentes de apurações em três estados.

Em São Paulo, os procedimentos instaurados desde julho deste ano tratam de supostos pagamentos em benefício do filho caçula do ex-presidente, Luís Cláudio, por meio da contratação de uma empresa de eventos esportivos, ao repasse de uma mesada a seu irmão Frei Chico e de desvios na construção da Arena Corinthians, o Itaquerão.

Obstrução da justiça

Os investigadores em Brasília apuram uma suspeita de obstrução da Justiça. Emílio Odebrecht, patrono da empreiteira, e o ex-diretor da empresa Cláudio Melo Filho relataram à Procuradoria-Geral da República que o ex-presidente e o ex-ministro e ex-governador da Bahia Jaques Wagner (PT) atuaram no governo Dilma Rousseff para edição de uma Medida Provisória (MP 703/2015) que possibilitasse que a empresa fizesse um acordo de leniência sem a intervenção do Ministério Público. A medida beneficiaria diretamente a construtora e outras investigadas.

São apurações que chegaram a ser enviadas à Curitiba, mas depois foram redistribuídas, a partir de julho, por decisão do ministro Edison Fachin, relator da Lava Jato no Supremo.

Última "flechada" de Janot

No dia 6 de setembro, Lula foi denunciado pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot em uma de suas últimas “flechadas” no cargo – ele passou o bastão no dia 17 para Raquel Dodge. A denúncia do chamado “quadrilhão do PT” imputa ao petista papel de figura central no esquema de fatiamento de cargos estratégicos do governo, com políticos do PT, PMDB e do PP, para arrecadação de propinas.

Outro obstáculo à vista no caminho de Lula rumo a 2018 é a nova sentença que deve ser dada pelo juiz Sérgio Moro, onde foi condenado pela primeira vez em julho por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo de propina de R$ 3 milhões da OAS, no caso tríplex do Guarujá.

Com o término da fase de instrução da ação penal em que é acusado de receber propina de R$ 12,5 milhões da Odebrecht, de forma dissimulada na compra do terreno para o Instituto Lula e do apartamento para a família em São Bernardo do Campo, em 2010, Moro deve decidir se condena ou absolve o petista até novembro. A confissão do ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda/Lula e Casa Civil/Dilma Rousseff) e dos executivos da Odebrecht aumentaram as chances de condenação do ex-presidente nesse processo, segundo membros da força-tarefa e advogados.

Suposta propina paga pela Odebrecht

Lula é réu em Curitiba ainda em uma terceira ação penal, que trata de suposta propina paga pela Odebrech e OAS nas reformas do Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP) – que a Lava Jato diz ser do petista e ele nega. Esse processo está ainda em fase inicial e deve ser julgado no início de 2018.

Na última semana, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal, no Distrito Federal, abriu novo processo em que ele é acusado de vender em 2009 uma MP para beneficiar montadoras de veículos – caso da Operação Zelotes, que compartilha dados com a Lava Jato. Nessa mesma vara, Lula será julgado por crime de tráfico de influência no governo Dilma para beneficiar empresas do setor automotivo, com a edição de outra MP, e na compra de caças suecos pelo governo.

"Caça às bruxas"

O ex-presidente nega todas as acusações contra ele e a família, sustenta que os procuradores da Lava Jato empreendem uma “caça às bruxas” para imputar lhe falsamente papel de liderança no bilionário esquema de corrupção descoberto na Petrobrás e que seus delatores mentem.

Nos tribunais, o criminalista Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente nos processos, tem questionado a isenção dos julgadores, como Moro, e apontado ilegalidades processuais e investigativas – até agora, sem sucesso efetivo. A defesa também levou pedido à Organização das Nações Unidas (ONU) para que interfira no caso.

Defesa de Lula

“Tanto as ações penais em curso como as investigações que foram abertas contra o ex-Presidente Lula não têm materialidade. Todas elas estão baseadas em hipóteses criadas pelo Ministério Público para perseguir Lula ou, ainda, em afirmações de delatores ou candidatos a delatores que precisam fazer referência ao nome do ex-Presidente para poderem destravar a negociação e obter benefícios, seja para saírem da prisão, seja para desbloquearem patrimônio constituído de forma ilícita.

Há procedimentos vinculados artificialmente à Lava Jato, pois não há nenhuma prova ou indício de que valores provenientes de contratos da Petrobras tenham sido destinados para o pagamento de vantagens a Lula, o que seria imprescindível segundo a orientação do Supremo Tribunal Federal (Inq/QO 4.130). Essa afirmação de vínculo com tais contratos da Petrobras é feita pelo Ministério Público para escolher a jurisdição da 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba para julgar Lula, diante da parcialidade do juiz em relação ao ex-Presidente, o que é incompatível com a Constituição Federal.

Quando a verdade prevalece sobre o ímpeto persecutório que orienta as ações de alguns investigadores, a inocência de Lula é reconhecida até por seus acusadores, como ocorreu em ação recente que tramita em Brasília, na qual o ex-Presidente foi indevidamente acusado pela compra do silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró com base em afirmações mentirosas de Delcídio do Amaral no âmbito de sua delação premiada.

Lula jamais praticou ou deixou de praticar qualquer ato da competência do Presidente da República, o chamado ato de ofício, vinculado a vantagens para si, para seus familiares ou terceiros. Por isso, é absolutamente despropositado cogitar-se da prática do crime de corrupção, que pressupõe que um funcionário público pratique ou deixe de praticar um ato de ofício e receba vantagens em contrapartida.

Somente nas ações penais que tramitam em Curitiba já foram coletados mais de 200 depoimentos de testemunhas e nenhuma delas confirmou qualquer das acusações que o Ministério Público faz contra Lula. Essa situação reforça que o ex-Presidente é alvo do uso indevido dos procedimentos jurídicos para persegui-lo politicamente, prática conhecida internacionalmente como “lawfare”.

Chance de absolvição

Caso Lula seja submetido a julgamentos justos, imparciais e independentes, como é assegurado pela Constituição Federal e pelas leis internacionais que o Brasil se obrigou a cumprir, ele será absolvido de todas as acusações que foram indevidamente formuladas pelo Ministério Público, que sequer deveriam ter sido recebidas pelos juízes por absoluta ausência de justa causa, ou seja, de qualquer indício da prática de crimes.”


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

O Império do Tráfico no Rio de Janeiro: é da extrema-esquerda a mão que balança o berço

Por Eric Balbinus

Além do tráfico, Brizola também colaborou com a ascensão do poder político do jogo do Bicho e com o nascimento público de DIlma Rousseff. Como se vê, o sujeito não fez nada de bom.

As notícias vindas do Rio de Janeiro são cada vez piores, a ponto da estrutura do estado viver em simbiose com um poder paralelo exercido pelos senhores da guerra do narcotráfico. Tal como os senhores feudais de outros tempos, estes lordes guerreiam entre si na disputa por território enquanto a classe governante de jure sofisma a respeito de questões paliativas para tratar um câncer que se tornou metástase.

Fato é que o Rio de Janeiro não se tornou este tabuleiro de War da noite para o dia. Sua concretização deve muito a extrema-esquerda. Para isso temos que voltar no tempo. O ano era 1983, quando o gaúcho Leonel Moura Brizola assumiu o governo do estado no dia 15 de março. Por sua ordem, a polícia passou a ser tolhida em suas incursões aos morros: investido no cargo de autoridade máxima do estado, Brizola determinou que as incursões só poderiam ser feitas caso os agentes observassem supostos preceitos dos direitos humanos.

Mas Brizola era um humanista? Pelo contrário. Como pode ser humanista um sujeito que se escora em açougueiros como Fidel Castro? Como pode ser humanista alguém que prega os valores de uma seita política que vê banhos de sangue como rituais de purificação necessários para a conquista do bem maior? Aliás, os direitos humanos dizem respeito a vida, propriedade, igualdade e liberdade. Os socialistas odeiam todos os valores que sustentam os direitos humanos, utilizando o direito a vida como concessão aos que se submetem a seu julgo. Logo temos que salientar o fato de que a preocupação de Brizola não era com os direitos humanos.

A determinação do governador não poderia resultar em boa coisa. Graças ao empenho de Brizola, se criou o caldo de cultura perfeito para o surgimento de ONGs financiadas por grandes corporações e entidades internacionais com dinheiro público, ONGs que supostamente defendem os direitos humanos. E que na prática defendem apenas a liberdade de criminosos praticarem seus atos contra uma população indefesa. A ação deliberada do governador também permitiu que os criminosos do Rio se tornassem os daimyos que vemos hoje.

Brizola, é bom que se diga, fez muito pouco contra a corrupção na polícia. Poderia simplesmente manter a liberdade de ação das tropas ao mesmo tempo em que reforçava o papel da corregedoria. É o que governantes sérios fazem. Quando se trata de sociopatas políticos, aí toda ação virá no sentido de destruir o Estado e colocar a sociedade de joelhos.

Muitos dizem que Brizola agiu por motivos pessoais. Sua filha Neusinha era envolvida com o tráfico e usuária de entorpecentes. Neusinha foi amante de vários traficantes, entre eles o notório Escadinha (José Carlos dos Reis Encina). Neusinha chegou até a usar um dos carros que o pai usava na campanha para governador para transportar a cocaína que traficava para um namorado. Acabou esquecendo o pacote com mais de 1 kg de pó no veículo. O governador acabou andando com a droga no carro por mais de um mês.

Brizola foi homem fundamental para a extrema-esquerda brasileira, foi quem deu aos radicais um verniz de seriedade e centrismo que propiciou a quadrilhas futuras a possibilidade de se colocar como defensor da democracia e da justiça social. Entre as aberrações criadas por Brizola estão o crime organizado no Rio, a institucionalidade do jogo do bicho com as autoridades e Dilma Rousseff, que foi parida por ele e pelo falecido ex-deputado Carlos Araújo. Como se vê, o sujeito não fez nada de bom. Embora seu legado de destruição tenha se estendido a outros governantes e também a ideologização de chefes do crime na prisão ao entrarem em contato com presos de extrema-esquerda que combatiam o regime militar, o fato é que foi Brizola o que mais colaborou para o atual estado de coisas.


O Reacionário

PC do B cogita lançar Manuela D'Ávila à Presidência da República

Manuela deixou claro aos caciques da legenda que não concorreria a deputada federal nem a senadora, mas que estaria à disposição para demais cargos


DÉBORA CADEMARTORI

Divulgação

Deputada estadual mais votada em 2014, com 222 mil votos, Manuela D'Avila (PC do B) confirma que foi sondada pela executiva nacional do PC do B para disputar a Presidência da República em 2018. O colunista Lauro Jardim noticiou nesta sexta-feira a pretensão do partido.

A deputada diz que a legenda não necessariamente depende do PT ou de possível condenação em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para lançar candidatura própria ano que vem.

— É um debate que surgiu há uns dias na última reunião da executiva nacional do partido. Pensamos em candidatura própria há algum tempo — disse Manuela à coluna.

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Aos caciques do PC do B, deixou claro que não concorreria a deputada federal nem a senadora, mas que estaria à disposição do partido para demais cargos, incluindo a disputa para o governo do Rio Grande do Sul.

Além de Manuela, Jandira Feghali também é uma alternativa dentro do partido.


Gaúcha ZH

Martin Schulz, do partido SPD, anuncia rompimento de coalizão com governo de Angela Merkel

"Temos que manter a nossa força pra enfrentar a extrema-direita", disse:https://glo.bo/2wL8gxb #GloboNews

Martin Schulz, do partido SPD, anuncia rompimento de coalizão com governo de Angela Merkel

G1.GLOBO.COM

Senador Magno Malta defende general Mourão no Senado

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